domingo, 22 de maio de 2016

No palco da vida há papéis para cada um!





Arte de Amy Tanathorn

 
"Depois de ter experimentado todos os tipos de amor que eu conhecia, achei que a vida já tinha me presenteado com o que tem de melhor. Não imaginava nem de longe o que o universo ainda me reservava. Amar os pais, os irmãos, é uma coisa. Amar o homem que você escolhe para ser seu companheiro é outra. Os filhos? Algo absolutamente indescritível, deliciosamente infinito. Estava eu, portanto, certa de que já tinha amado de todas as maneiras possíveis quando, de repente, um novo e pequenino personagem entrou em cena para me mostrar que não era bem assim."

Marlene Jaggi


Então, lendo isso, assino embaixo...estou me sentindo simplesmente apaixonada por esse serzinho que nem sei se é neto ou neta. Mas isso é de importância mínima. Estou apaixonada pela ideia de ser avó, de receber no meu convívio esse ser já tão amado.
Ah! como gostaria que elx, mesmo no ventre da mãe,  tenha parda ideia do grande amor que já dedico.


 
"(...) a gente começa a pensar como teria sido bom educar os filhos com a maturidade que adquirimos justamente a partir da experiência com eles! Que paradoxo! Mas, aí, vêm os netos!!! Poderia existir momento melhor? Nada como poder, depois de ajustar os conceitos, colocá-los novamente em prática!
Isso de “ser mãe duas vezes”? É só jogo de palavras! E “Estragar o neto” é, na verdade, ser um contraponto às pressões que os pais sentem pela educação padrão que têm de dar às crianças. “Sair de cena”? No palco da vida há papéis para cada um! Basta a gente não perder o prumo a ponto de querer assumir o papel da mãe! Desempenhar-se bem como avó já é um enorme compromisso!"


Cristina Cunha

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